terça-feira, 20 de setembro de 2011

Tique nervoso em uma madrugada fria e papelesca!

"Bruxaria é otimismo usado com sabedoria!!"


"Colher após ardo semeio, cultivo e adubação é de fato mais prazeroso do que fórmulas prontas e ausência de esforço."


"Minha verdade continuará sendo minha até você chegar e com o amor mudar minha intocável visão."


"Delibero até o ponto em que o abuso for posto na mesa."


"Frio intocável em uma noite implacável. Em que parte do meu travesseiro você se esconde afinal?"






Devaneios noturnos, e apenas devaneios. Quando há de se externar, por quê impedir? 

Buona notte!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

DEScriador de promessas!

Dos medos, das angústias e das incertezas, em centro ao certo, o que menos me afaga é o modo mesquinho de como essa corja soberba interage com o mundo. Dói amargamente em peito filho saber que o desaforo se faz mas importante do que seu proprio jus. Será que é mais fácil se penetrar a mares há nunca navegados do que se obter êxito dessa estirpe infame? É dor incontida, alastrada e sanguimentada dentro de um peito que apenas ama por amar e tem nas difíceis escolhas as mais brandas decisões. Vem da alma, do cinza e do castanho destes olhos!
 

De um dia não muito longo do verão deste ano. Dia de fúria rubro e desesperador!


"E que venho até remoçando... Me pego cantando, sem mais, nem por quê."
Boarque

Mudanças de Tempo? Tempo de Mudanças?

Quanta dor ao sentir saudade... 
Quantas linhas a mais precisarei adicionar quando a abstinência de você vem? O que fazer quando a guarda está baixa e não tenho teu raro abraço?
Que lástima é não ver e ter você a todo tempo como de costume! Me sinto mais só do que nunca!
Outros amigos vem, outras paixões e outros amores também, ENTENDA. Só permaneço demasiado triste em saber que ao meu lado você não mais estará. Não da mesma forma, não da mesma forma que EU quero e preciso.
Acordar na madrugada ouvindo tua gargalhada em meio a um sonho já virou minha sina abrupta de todas as noites. O difícil será sempre levantar da cama, colocar os pés quentes no chão frio e achar menos indolor que não vê-lo sorrir e ser esbofeteado pela realidade por isso.
Meu rosto como em mágica não consegue demonstrar a real face de minha alma, se fosse, várias scars com seu nome a dominariam. Face esta que quer afastar todo o mal sentimento nutrido até então e fazer das futuras ações nosso ponto de reencontro e recomeço.
(Me vigie para o pecado não mais me dominar)
Quero sentir seu afago novamente e nutri-lo com toda minha alma e calor.
Esteja onde estiver... Nada mudou!!!




"Mudaram as estações... Nada mudou"!!!
Russo 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

De um canceriano...

Boca, olhos, mãos, abraço, afago...
O súbito não me domina às vezes,
Um corte premeditado,
Um assunto mal dito e um fato consumado.

Extrair o melhor de âmbos é minha função,
Nem que preces, cultos e seitas façam parte de minha oração,
Unir fragmentos sem nos acelerar,
Para que em um conforto incomum possamos nos encontrar.

Foi vil a dor que ja em mim pousou,
Porém, um brilho incomum nasceu,
Com uma ritimia inexplicável floresceu,
E agora ja posso lhe dizer que eu verdadeiramente sou.

Afinal, do que preciso como um vivo ser?
De cor, de amor, carne e alma
para que contigo em seu sereno e doce som que me acalma
Em conjunto pelo resto de minha insana vida eu possa lhe ter

Congratulações ao meu coração que de vossorocas e crateras há sobrevivido,
E mais feliz e fulgás está agora por muito já sofrido
Em ter você a partir de agora em minha vida, tudo será mais instrutivo e divertido!







Foi tanta inspiração... Agora sei como consegui escrever meu primeiro poema!
Ter alma em chamas é tão confusamente bom, gosto deste sentir esse astral que transcede todos os meus horizontes de uma só vez.
Que a partir de agora com todo o desapego criado, não me meta nem me iluda com terrores fúteis e não- visíveis.


" A vida é curta, más as emoções que podemos deixar duram uma eternidade"

Clarice Lispector

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Por enquanto...

A minha imperfeição já me incomodou a algum tempo! Tenho uma força incomum agora! É como se houvesse um cruzamento psico-químico entre todo meu saber e minha carne.
Há tanta humildade, simplicidade e honestidade viva ainda por nosso vasto terreno, que mesmo em meio a mesquinharia, luxúria e avareza vou me destacar por manter meus sentimentos brandos enquanto a isto.
Dizer que é fácil chegar a um entendimento mínimo de vida é mera blasfêmia. E isso, nego aos "clichês" diários se vierem com esse papinho furado de sábio bom samaritano. Não digo que sou um Holy Boy, más faço o uso do bem comum para prazer próprio!
Ainda sou Teocêntrico, apolítico, cumpridor de promessas e leitor de uma boa literatura! Aprecio os bons amigos, meninas e meninos, casos eventuais e abraços fortes.




De um cronista, poeta marginal, surbubista campestre e o escambal !

Ótima Sexta

Um frio que inspira a alma dos apaixonados... Ahhhhh Alencar!!

"Criamos assim um pequeno mundo, unicamente nosso; depositamos nele todas as belas reminescências de nossas viagens, toda a poesia dessas ruínas seculares em que as gerações que morreram, falam ao futuro pela voz do silêncio (...)
Achamos na quebrada de uma montanha um lindo retiro, um verdadeiro berço de relva suspenso entre o céu e a terra por uma ponta de rochedo.
Ai brigamos o nosso amor e vivemos tão felizes que só pedimos a Deus que nos conserve o que nos deu; a nossa existência é um longo dia, calmo e tranquilo, que começou ontem, mas que não tem amanhã."



José de Alencar

Quanto mais frio, maior a minha arte!

Por Thaynah Costa Betini...

"gosto do cheiro da neblina, da umidade das casas antigas, gosto do ar frio entrando pela janela empoeirada, gosto de sentir o cheiro de pó nos livros velhos, gosto ainda mais de poder lê-los e sujar minhas mãos com o amarelado de suas páginas. gosto do barulhinho dos saltos nas pedras e do ranger das portas. o que é novo me assusta, por vezes. gosto do que é velharia. gosto de memórias. boas memórias. porque as ruins são cadáveres."






Por mais desentendido que o mundo se faça para nós, é em nossas façanhas que nos destacamos e eloquentemente ao ápice chegamos.

 Bonum Dies